TAPERA – Série no History Channel tem a direção de um taperense

Postado em 29 fevereiro 2016 16:02 por jeacontece
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O seriado “Um Contra Todos”, que o canal History Channel (da Sky) apresentará em cinco capítulos iniciando hoje, às 22h55min, tem a direção do taperense Matheus Mombelli. Matheus, que é diretor de TV e roteirista, aborda a dura vida dos juízes de futebol, projeto imaginado ainda quando criança. Ele conversou com os ex-jogadores Dadá Maravilha e Serginho Chulapa e com o ex-árbitro José Roberto Wright, entre outros.

A produção de Matheus Mombelli mereceu destaque em reportagem do jornal O Dia, do Rio de Janeiro (http://odia.ig.com.br/diversao/televisao/2016-02-27/serie-um-contra-todos-mostra-a-vida-dura-dos-arbitros-de-futebol.html).

Veja a chamada na TV em: https://vimeo.com/156613307

E o release a seguir:

RELEASE: History estreia produção nacional sobre a vida dos árbitros de futebol no Brasil
Um Contra Todos mostra a dura realidade dos vilões de todas as torcidas e traz entrevistas com personagens polêmicos e jornalistas esportivos renomados

A produção original Um Contra Todos chega à tela do HISTORY no dia 29/2, às 22h55. A série, que mistura documentário e reality, mostra a dura vida dos árbitros de futebol no Brasil. Dos campos enlameados e sem alambrado do interior do país ao grande clássico no Maracanã, os cinco episódios acompanham a vida desses profissionais dentro e fora das quatro linhas. Personagem menos glamoroso do futebol, que não tem mãe e não pode errar, o juiz é alvo das reações mais calorosas, além de ser o vilão de todas as torcidas.

Um Contra Todos traz entrevistas e depoimentos de jornalistas esportivos renomados e personagens polêmicos, com grande vivência no futebol e histórias interessantes para contar, entre eles, Serginho Chulapa, Dadá Maravilha, Juca Kfouri, José Roberto Wright, Edílson Pereira de Carvalho, Mauro Beting e Paulo Vinícius Coelho.

A diretora de Conteúdo Original do HISTORY, Krishna Mahon, é uma entusiasta do projeto. A ideia da série partiu da produtora, a Zeppelin Filmes, e ganhou força no canal “pela identificação com nosso público, pela paixão que o brasileiro tem pelo futebol e, principalmente, por sair do lugar comum. É um universo curioso, por todos os sentimentos que os juízes provocam nas torcidas. Com tantas reações de amor e ódio, e até ameaças de morte”, afirma. “E eu sempre me perguntei: Como alguém em sã consciência pode querer ser juiz de futebol?”.

Já de acordo com Matheus Mombelli, diretor da série, a lembrança de cenas vistas em sua infância envolvendo perseguição e agressão a árbitros, no interior do Rio Grande do Sul, motivou a criação de Um Contra Todos. De juiz armado de revólver para se defender até um torcedor revoltado invadindo o campo com um Corcel, para matar o árbitro da partida, as histórias ficaram na memória e o inspiraram a desenvolver a série.

Entre as curiosidades e desafios das gravações, Matheus destaca alguns casos: “O diretor de fotografia é fanático torcedor do Internacional e teve de gravar no meio da torcida do Grêmio justamente num Gre-Nal. Ele se empolgou e gritou quando seu time fez um gol. Em outra ocasião, não pudemos gravar em um campo numa favela do Rio porque traficantes estavam em guerra. Além disso, a produtora teve um cartão de crédito clonado ao comprar hot-dogs e refrigerantes pra equipe, em algum estádio pelo Brasil”.

Um Contra Todos traz para a tela do HISTORY, de forma divertida e bem-humorada, a paixão dos juízes pela profissão, a pressão das torcidas, os perigos, os casos de corrupção, a preparação física e a vida dos árbitros dentro e fora de campo.

No episódio de estreia, Quero ser juiz, quem quer ser juiz de futebol e arriscar a pele em batalhas sangrentas em que só o que importa é ganhar? Um Contra Todos mostra que esse é o sonho de Salomão Claro, um menino de 16 anos de idade que mora na cidade de Vera Cruz, no interior do Rio Grande do Sul. Enquanto apresenta histórias surreais envolvendo árbitros de futebol, o episódio acompanha a expectativa de Salomão antes de apitar um jogo pelo campeonato municipal de sua cidade.

Em seguida, em A paixão pelo futebol, mais do que o torcedor ou os jogadores, a pessoa mais apaixonada pelo futebol provavelmente é o árbitro. O segundo episódio mostra Lica, um juiz de São Paulo apaixonado pelo futebol da várzea, e o ex-árbitro Alfredo Loebeling, que depois de anos vai a um jogo do seu time do coração, o Palmeiras. O episódio ainda traz histórias hilárias de Cidinho Bola Nossa, árbitro folclórico que assumia a sua paixão pelo Atlético Mineiro e apitava descaradamente a favor do Galo.

Ficha Técnica:
Ideia Original & Direção: MATHEUS MOMBELLI
Direção Geral: Giego de Godoy
Produção Executiva: Ricardo Baptista da SIlva
Direção de Produção: Alice Castiel
Roteiro: MATHEUS MOMBELLI, Diego de Godoy e Paulo Padilha
Direção de Fotografia: Pablo Rosa
Mixagem e Sonorização: Kiko Ferraz Studio
Animação: Kaffe
Música de Abertura: “Juiz”, por Aquaplay.

Postado em 29 fevereiro 2016 16:02 por jeacontece
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