Projeto desenvolvido pelo CCS da Unicruz e Udesc tem mais uma etapa realizada

CRUZ ALTA – A artrite reumatóide é uma doença inflamatória, autoimune e crônico-progressiva que resulta no desenvolvimento de incapacidades físicas, tendo como consequência a diminuição das habilidades funcionais, dificultando as atividades de vida diária e também atividades profissionais. A doença ocorre em cerca de 1% da população mundial, sendo mais frequente em mulheres, numa proporção de três mulheres para cada homem. Com o objetivo de avaliar a força de preensão manual em indivíduos portadores de artrite reumatóide antes e após um programa de cinesioterapia, no dia 04 de outubro foi realizada a coleta final dos dados do projeto do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (Pibic) que envolve o Centro de Ciências da Saúde (CCS) da Universidade de Cruz Alta e a Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc).

O grupo, composto por oito pacientes portadores da doença que participam da pesquisa desde o mês de abril, tiveram amostragens de sangue coletadas para de exames laboratoriais (fator reumatóide, velocidade de hemossedimentação e proteína C reativa). A aquisição de dados aconteceu na Clínica de Fisioterapia da Unicruz, localizado no Hospital São Vicente de Paulo, e teve a participação das bolsistas Juliane Almeida e Bruma Aimée, acadêmicas dos cursos de Fisioterapia e Biomedicina, respectivamente. A atividade foi coordenada pelo professor Dr. Noé Borges Júnior, que atua no Laboratório de Instrumentação da Udesc, e pela professora Themis Carvalho, do CCS da Unicruz.

O combate à dor, a preservação da mobilidade articular, comprimento e tônus dos músculos, prevenindo também as atrofias musculares são os principais benefícios que a cinesioterapia pode trazer ao pacientes. De acordo com a professora Themis, “espera-se que o estudo traga benefícios aos indivíduos portadores da artrite reumatóide, com a melhora da qualidade de vida, visando o retardo na progressão da doença, principalmente no que diz respeito às atividades funcionais, uma vez que o ser humano utiliza as mãos para desempenhar as funções mais delicadas e também em situações que exijam força”.

(Assessoria de Imprensa – Unicruz)

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