PASSO FUNDO – 24 horas de troca, conhecimento e novas ideias

Postado em 17 abril 2017 15:01 por jeacontece
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Startup Day reuniu mais de 100 participantes na madrugada de sexta para sábado

Mais de 100 pessoas, 30 cursos de graduação e pós-graduação, instituições visitantes, cerca de 20 professores envolvidos e 12 empresas. Esses são os números do primeiro Startup Day promovido pela Universidade de Passo Fundo (UPF), por meio do Parque Científico de Tecnológico da UPF (UPF Parque).

Além dos números, o evento teve como marca a movimentação de ideias. A atividade aconteceu das 22h de sexta, dia 7, até as 22h de sábado, dia 8 de abril, no módulo III do UPF Parque, Campus I.

O evento foi uma imersão nas áreas de empreendedorismo e inovação. Juntos, os participantes tiveram 24 horas para desenvolver um novo negócio. Como desafio para essa edição, o Startup Day trabalhou com o tema “Cidades inteligentes e sustentáveis” e os participantes tiveram que formar grupos multidisciplinares e executar todas as metodologias propostas pela organização.

Para o vice-reitor de Pesquisa e Pós-Graduação, Leonardo José Gil Barcellos, a atividade foi a demonstração concreta das ações da Universidade em direção à formação integral e transversal. “Tivemos um exemplo real e palpável do que defendemos para uma universidade: a formação integral. A transversalidade dada pela harmonia entre ensino-pesquisa-extensão-inovação e a verticalidade de todos os níveis de ensino, desde o ensino médio até a formação em nível de doutorado. Essa soma nos leva à sonhada formação em espiral que tanto defendo”, pontuou.

A vice-reitora de Extensão e Assuntos Comunitários, professora Bernadete Maria Dalmolin, destacou que esta atividade expressa um projeto que sintetiza a indissociabilidade entre o ensino, a pesquisa e a extensão em todos os níveis de conhecimento (ensino médio, graduação e pós-graduação) e com a comunidade externa. “É uma excelente oportunidade de exercício da interdisciplinaridade e empreendedorismo, propício à inovação. Tenho certeza que as 24 horas de desenvolvimento do projeto, que trouxe como desafio o tema das ‘cidades inteligentes e sustentáveis’, foi uma experiência ímpar e inesquecível para os acadêmicos dos cursos envolvidos e que deveria se tornar algo permanente na Universidade”, salientou.

De acordo com o professor Anderson Neckel, os trabalhos foram embasados pelo design thinking – análise de conhecimento e propostas de soluções -, promovendo total integração com a inovação. A cada duas horas, cada grupo realizava uma entrega, que era avaliada e considerada para a avaliação final. “No final do evento, os projetos desenvolvidos foram apresentados para uma banca avaliadora, composta por profissionais e professores vinculados ao UPF Parque, e foram premiadas as três melhores propostas de novos negócios. Mas realmente o que ficou de aprendizado é que todos que participaram da imersão foram vitoriosos, primeiramente por suportarem as 24 horas de atividades e segundo por estarem dispostos a contribuir e a pensar que, enquanto profissionais, podem muito mais”, destacou.

Além da participação de alunos de 30 cursos de graduação e pós-graduação da UPF, a atividade contou também com a presença de alunos da Imed, do IFSUL e do Colégio Marista Conceição. Para auxiliar os trabalhos, 18 professores de diferentes áreas da UPF e representantes de 12 empresas que atualmente fazem parte do Parque Científico e tecnológico da UPF participaram como facilitadores, estimulando os grupos e desafiando-os a buscar conhecimento para qualificar o projeto final.

Aproximação entre academia, empresas e alunos
A proposta de passar 24 horas pensando em inovação e empreendedorismo, com a realização de dinâmicas voltadas à promoção da interação e da criatividade, foi um sucesso na opinião do professor Roberto Rabello, que também esteve à frente da coordenação da atividade. “Foi um momento único ver aqueles jovens passarem tanto tempo, em um final de semana, reunidos na busca de conhecimento e aprendizado para, quem sabe, no futuro, serem empreendedores. O desafio também foi provocador, visto que os projetos tinham que estar associados ao tema “Cidades inteligentes e sustentáveis”. Espero realmente que este seja o primeiro de muitos eventos promovidos pela UPF e pelo UPF Parque na busca do desenvolvimento do empreendedorismo, que, com certeza, tem um papel importante na mudança de nossas vidas e da sociedade”, destacou Rabello.

Para ele, ações como essa promovem a aproximação, mediada no ecossistema do Parque Tecnológico, entre academia, empresas e alunos. “Durante o evento, contamos com a presença vários empresários, de diversas áreas, dando sua visão de mercado, expondo suas demandas, necessidades e experiências. Esses profissionais, junto com os professores, orientaram os alunos nos seus projetos. Tudo isso possibilitou que, ao final se chegasse a um modelo de negócios de uma Startup”, finalizou.

Assessoria de Imprensa Universidade de Passo Fundo

Postado em 17 abril 2017 15:01 por jeacontece
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