Mostra “A Materialidade da Memória” expõe parte da história da Coxilha Nativista

CRUZ ALTA – Materiais impressos, obras de arte, discos, troféus e outros objetos que contam a história das 31 edições da Coxilha Nativista podem ser vistos até hoje (27), na Casa de Cultura Justino Martins. Eles integram a mostra “A Materialidade da Memória”, organizada pelo curso de Jornalismo e do Núcleo de Conexões Artístico-Culturais (Nucart) da Universidade de Cruz Alta.

Na última quarta-feira (25), pela manhã, autoridades, expositores e a comunidade prestigiaram a abertura oficial da Exposição. Entre os presentes, estava o vice-prefeito de Cruz Alta, Antônio de Oliveira, que destacou a participação da Unicruz como organizadora da Mostra e contribuindo para o resgate da história da Coxilha Nativista, bem como para a valorização das diversas personalidades que contribuíram para a configuração desse evento nativista em todo o Estado e País.

A reitora Elizabeth Fontoura Dorneles ressaltou que é um dever da Instituição promover a discussão científica da Coxilha, levando em conta a sua importância na constituição da identidade cruz-altense. “São em trabalhos como esses que podemos aliar o Ensino, a Pesquisa e a Extensão, a tríade que forma uma Universidade”. A Reitora aproveitou o momento para propor um desafio aos organizadores da exposição: a constituição de uma mostra permanente tanto da Coxilha Nativista, como dos momentos da Unicruz. “Um acervo de memória que não sofra alterações com as políticas de governos. Que fique para o acesso permanente da comunidade”, disse.

Ao usar a palavra o secretário de Cultura, Alex Dela Méa destacou novamente a participação da Unicruz, como grande organizadora da Exposição. A partir dos artefatos expostos, o Secretário, relembrou algumas das personalidades históricas da Coxilha, que conforme ele é um evento que faz parte do patrimônio da Cruz Alta e do Estado, devido ao seu reconhecimento.

Finalizando os pronunciamentos a organizadora da Mostra e coordenadora do curso de Jornalismo Fabiana Iser, relatou a emoção de poder estar à frente desse trabalho, que permitirá que tantas pessoas possam aproximar-se mais da Coxilha Nativista. Conforme ela, cada objeto exposto, além de ter um valor histórico para a comunidade que visitará a Exposição, tem um significado muito íntimo e subjetivo para os expositores que têm ligação até mesmo afetiva com os mesmos.

A mostra “A Materialidade da Memória” estará aberta nos turnos da manhã, das 9h às 12h, e à tarde, das 14h às 17h, na Casa de Cultura Justino Martins. A entrada é gratuita.

(Assessoria de Imprensa – Unicruz)

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