Monsanto desmente ligação entre transgênicos e defensivos com microcefalia

A Monsanto enviou resposta ao Jornal Campo Grande News contestando a afirmação de que os organismos geneticamente modificados (OGM) e os defensivos agrícolas teriam sido responsáveis pelo surto de microcefalia no Brasil. O colunista Célio Pezza fez essas ilações no artigo “Microcefalia”, publicado no último dia 26 de dezembro.

Confira a resposta na íntegra:
“São Paulo, 28 de dezembro de 2015.
A segurança dos nossos produtos é prioridade na Monsanto. Para serem comercializados, tanto as sementes transgênicas quanto os defensivos agrícolas precisam atender padrões específicos e rigorosos, determinados por autoridades regulatórias que visam proteger a saúde humana, animal e o meio ambiente.
As sementes transgênicas apresentam um histórico de duas décadas de uso seguro no mundo e para serem aprovadas é preciso demonstrar que um alimento transgênico resultante é tão seguro quanto um não transgênico.
Quanto ao glifosato, sua segurança é documentada por um dos maiores bancos de dados científicos já compilados sobre um produto agrícola, sendo que centenas de estudos foram conduzidas e também avaliadas por agências regulatórias de todo o mundo. Esses estudos não mostram ligação entre o glifosato e qualquer doença, entre elas o câncer, o Mal de Parkinson, o Mal de Alzheimer e a microcefalia. A mais recente dessas conclusões foi divulgada no dia 12 de novembro de 2015, quando um parecer da Autoridade Europeia para a Segurança dos Alimentos (EFSA) concluiu que o glifosato não apresenta propriedades cancerígenas, mutagênicas e não demonstra nenhum efeito tóxico sobre a fertilidade, reprodução ou o desenvolvimento embrionário.
Essa base científica é apoiada pelo amplo histórico de uso seguro, deste que é o herbicida mais utilizado no mundo, por mais de 40 anos e em mais de 160 países, sendo produzido e comercializado por diversas empresas.
Monsanto do Brasil”

Agrolink

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