Grupo Ensinar e Aprender em novo endereço

TAPERA – O Grupo Ensinar e Aprender retomou suas atividades no ano em novo local, agora em uma sala no Centro de Convivência do Idoso.

Além do Orkut, o GEA está agora no Facebook, ferramentas da internet onde o grupo divulga seus trabalhos.

No último dia 10, o GEA realizou uma confraternização em homenagem ao Dia das Mães. E deixa aqui uma homenagem a todas elas:

“Por que as mães choram

– Por que você está chorando? – perguntou o menino à sua mãe.
– Porque eu sou mãe – ela respondeu.
– Eu não entendi.
Ela apenas o abraçou e sussurrou:
– Você nunca entenderá.
Mais tarde o menino perguntou ao pai porque as mães parecem chorar sem nenhuma aparente razão.
– Todas as mães choram sem motivo – foi o que o pai conseguiu responder.
O menino cresceu, tornou-se um homem e ainda tentava entender porque mães volta e meia estão chorando. Após muitos anos, já em avançada idade, ele deixou o mundo. Quando sua alma viu-se frente a frente com Deus, logo disse:
– Senhor, nunca entendi porque mães choram tão facilmente.
Disse Deus:
– Quando eu criei as mães tinha que ser algo especial. Eu fiz seus ombros fortes o suficiente para carregar o peso do mundo e, ainda, suficientemente confortável para dar apoio. Eu dei a elas a força para a hora do nascimento dos filhos e para suportar a rejeição que tantas vezes vem deles. Eu dei a elas a fibra que permite a continuação da luta quando todos à sua volta já desistiram. Dei-lhes a perseverança em proteger a família por entre doenças e tristezas sem jamais desistir de amar. Dei-lhes a sensibilidade para amar seus filhos diante de quaisquer circunstâncias, mesmo que eles a tenham magoado profundamente. Essa mesma sensibilidade as ajuda a silenciar o chorinho dos seus bebês, fazendo com que se acalmem e, quando adolescentes, que compartilhem com ela suas ansiedades e medos… E, finalmente, dei-lhes a lágrima para derramarem sem nenhuma razão aparente. É sua única fraqueza. Por que fiz isso? Para não diferenciá-las por completo do restante da espécie humana.

(Silvia Schmidt – Why Mothers Cry – Malcoln Robbins)”

Compartilhe: