Diretor do DEFAP falou sobre o reflorestamento de araucárias no RS

CARAZINHO – No último encontro do Projeto Conversas da Diversidade, ocorrido na quinta-feira (03), o engenheiro florestal Roberto Magnos Ferron relatou a todos os presentes sua história profissional de 32 anos de dedicação as florestas. Esta foi a sétima conversa da segunda edição desta atividade cultural desenvolvida pela UPF Carazinho em parceria com a Secretaria Municipal de Educação e Cultura (SMEC).

Roberto Ferron atualmente é diretor do Departamento de Florestas e Áreas Protegidas (DEFAP) da Secretaria Estadual do Meio Ambiente (SEMA), responsável pela política florestal e gestão das unidades de conservação da natureza do estado Rio Grande do Sul. Sob sua coordenação estão 23 unidades de conservação estaduais, áreas naturais que protegem ambientes e a rica biodiversidade do estado. Quando residiu em Carazinho, Ferron foi presidente da Associação Amigos do Meio Ambiente (AMA), fundador e membro do Conselho Municipal de Meio Ambiente e proprietário da empresa de consultoria florestal Conflora.

Preocupado com as questões relacionadas à educação ambiental, o engenheiro florestal apresentou o Programa de Educação Ambiental Floresta Gralha Azul. Segundo Ferron, “o pinheiro brasileiro está ameaçado de extinção e a técnica manual de plantio requer mais trabalho. Por isso, o DEFAP utilizou uma técnica pioneira no Brasil, que imita as gralhas, usando aviões para a realização da semeadura”. Entre as questões ambientais mencionadas durante sua conversa, o diretor do DEFAP salientou a importância de políticas florestais que venham de encontro a preservação e o uso adequado dos recursos florestais no estado. A equipe de trabalho da agência do DEFAP de Carazinho apresentou o trabalho realizado em sua área de abrangência, que são 29 municípios da região de Carazinho, e sua estrutura física.

A próxima conversa do Projeto Conversas da Diversidade acontecerá nesta quinta-feira (11), com participação da Professora Vera Suckau que ministrará sobre o tema “Experiências na luta contra a dependência química”. A entrada é franca e toda comunidade pode participar das rodas de conversas que acontecem no campus da UPF Carazinho.

(Assessoria de Imprensa – UPF Carazinho)

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