Deputada da dança da pizza se diz hoje arrependida

Era quase uma hora da madrugada do dia 23 de março de 2006 quando uma senhora grisalha, de vestido amarelo e óculos de grau deixou sua cadeira no plenário da Câmara dos Deputados e, sambando, comemorou a absolvição – na casa legislativa – do colega João Magno, então deputado pelo PT de Minas Gerais.

Agora Magno é réu do mensalão. A sustentação oral da defesa dele está prevista para amanhã (14).
Já Ângela Guadagnin, que dançou e se tornou um dos símbolos do escândalo, tenta a eleição como vereadora de São José dos Campos (SP).

Afirma ter se arrependido e reforça a máxima de nove entre dez petistas: “O mensalão não existiu”.

– Sou uma pessoa muito espontânea. Danço, canto, falo alto, abraço as pessoas. Essa manifestação de carinho, eu presto a qualquer momento. Mas, depois de ver todo o envolvimento que a mídia fez com o meu nome, acabo tendo mais cuidado – conta Ângela.

Espaço Vital

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