Coronavírus: municípios da região terão planos próprios de contingência

Postado em 17 fevereiro 2020 06:20 por jeacontece
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Por solicitação da Secretaria Estadual de Saúde, encontro reuniu dezenas de municípios em Passo Fundo

Profissionais da saúde dos 62 municípios da 6a Coordenadoria Regional de Saúde (CRS) e de hospitais de Passo Fundo e região, além da 11ª Coordenadoria Regional de Saúde de Erechim e 15a Coordenadoria Regional de Saúde de Palmeira das Missões e 19a Coordenadoria Regional de Saúde de Frederico Westphalen participaram da apresentação do plano de contingência do coronavírus da Secretaria Estadual de Saúde (SES) do governo estadual na manhã dessa quinta-feira (13), no auditório da Faculdade de Medicina da Universidade de Passo Fundo (UPF).

O plano havia sido apresentado pela SES ainda no início da semana e subdividido para as coordenadorias regionais. Nessa quinta-feira, a 6a CRS apresentou o plano aos municípios, que terão que elaborar o próprio planos de contingência local baseado na peculiaridade de cada cidade da macrorregião Norte.

Após os planos de contingência municipais, a Coordenadoria realizará um plano de contingência geral da região, com base na peculiaridade identificada na macrorregião. “Baseado no que os próprios municípios elaborarem, vamos fazer o plano de contingência regional, que compõe os 62 municípios de abrangência. Não podemos intervir na realidade de cada município”, explica o delegado regional, Marcelo Martins Pacheco.

O documento busca apresentar um fluxo de trabalho preventivo para ser aplicado em postos de saúde, unidades de pronto atendimento e hospitais. O diretor explica como funciona o procedimento em possível caso suspeito na região – o que ainda não aconteceu. “Em casos suspeitos, a Secretaria de Saúde, através das equipes de vigilância, faz a triagem, com protocolo. Depois a coleta do material é encaminhado ao Laboratório Central. Depois é feito, exames, se analisa e se isola se for caso suspeito. A pessoa fica isolado até mesmo após o resultado”, esclarece Pacheco.

A enfermeira do Centro de Operações Emergenciais (COE) da 6a CRS, Daiane Corso, explicou que o principal alerta é quanto viagens a China ou pessoas que estiveram no país em razão da transmissão local. “Essa é a principal preocupação. Ainda não se sabe muito sobre o coronavírus, as informações ainda são levantadas e todos estão descobrindo para prevenir”, relata. O coronavírus tem grande variedade de origem no reino animal, sobretudo pelos morcegos.

Contato via aeroportos
Uma das preocupações da comunidade também é quanto aos aeroportos no exterior. De acordo com Pacheco, os aeroportos internacionais já possuem um sistema de triagem junto com a Anvisa. Em casos suspeitos, com sintomas clínicos, o envolvido é direcionado por um local diferente dos demais nos aeroportos para isolamento.

Diário da Manhã

Postado em 17 fevereiro 2020 06:20 por jeacontece
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