Copos que andam – DIÁLOGO ESPÍRITA

A glândula pineal inicia a sua função na puberdade e uma de suas atividades é despertar a mediunidade nos jovens.

É bastante comum entre os jovens evocar um Espírito para que se manifeste, dando respostas às suas perguntas, em assuntos próprios da juventude.

O perigo desta “brincadeira” é que estes jovens não sabem que tipo de Espírito estão atraindo.

Os bons Espíritos não se prestam para estas atividades sem benefício ao semelhante, desta forma sempre se manifesta um Espírito inferior que além de não prestar informações úteis, pode se ligar a um jovem do grupo, provocando situações psíquicas desagradáveis.

Na obra mediúnica do Espírito Antônio Carlos, psicografia da médium Vera Lúcia Marinzeck de Carvalho, com o título “Copos que Andam”, chama a atenção para o perigo desta atividade, relatando que um jovem se apresentou numa banca de venda de livros espíritas e mediante a pergunta da atendente para o que desejaria e ele respondeu – me matar.

A moça orientou que o suicídio é uma porta falsa e o rapaz disse que depois de ter participado de um “Copos que andam” passou a ter o desejo do suicídio, mas na verdade ele não queria isso.

O rapaz foi levado a um Centro Espírita e numa reunião mediúnica veio a informação que durante aquele jogo, aproximou-se o Espírito de uma jovem que havia se suicidado, formando um vínculo com aquele rapaz e passando as suas vibrações de suicídio para ele.

Esta obra é um alerta para o perigo deste joguinho que parece inocente, mas é perigoso.

Sociedade Espírita Raios de Luz

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