Calendário 2016: Brasil terá 9 feriados e 5 pontos facultativos

Os feriados e pontos facultativos federais em 2016 foram publicados ontem (04/01/16) no Diário Oficial da União (DOU). Este ano são 13 datas, entre feriados e pontos facultativos, além do 1º de Janeiro. Em 2015, foram 11 feriados e seis pontos facultativos ao longo do ano. A publicação abrange apenas os feriados nacionais, não estando incluídos os estaduais e municipais.

Nos pontos facultativos, as empresas e os órgãos públicos podem optar por abrir ou não, mas devem manter os serviços considerados essenciais, como emergências de hospitais. Em 2016, as vésperas do Natal (24/12) e do Ano novo (31/12) não são consideradas pontos facultativos, já que caem no sábado.

Confira as datas:
1º de janeiro – Confraternização Universal (feriado nacional);
8 de fevereiro – Carnaval (ponto facultativo);
9 de fevereiro – Carnaval (ponto facultativo);
10 de fevereiro – quarta-feira de Cinzas (ponto facultativo até as 14 horas);
25 de março – Paixão de Cristo (feriado nacional);
21 de abril – Tiradentes (feriado nacional);
1º de maio – Dia Mundial do Trabalho (feriado nacional);
26 de maio – Corpus Christi (ponto facultativo);
7 de setembro – Independência do Brasil (feriado nacional);
12 de outubro – Nossa Senhora Aparecida (feriado nacional);
28 de outubro – Dia do Servidor Público (ponto facultativo);
2 de novembro – Finados (feriado nacional);
15 de novembro – Proclamação da República (feriado nacional); e
25 de dezembro – Natal (feriado nacional)

O ano de 2016 é bissexto. Entenda o que isso significa
O ano de 2016 é bissexto, ou seja, tem 366 dias, um a mais do que os anos comuns. Isso acontece porque no mês de fevereiro haverá 29 dias, o que ocorre de quatro em quatro anos. O ano bissexto foi criado pelos romanos na época do imperador Júlio César. Era preciso adequar o calendário ao tempo que a Terra leva para dar uma volta completa em torno do Sol.

A volta da Terra ao redor do Sol não é feita em exatos 365 dias, mas sim em 365 dias, cinco horas, 48 minutos e 46 segundos. Essa fração de dias, arredondada para seis horas, é compensada no ano bissexto, já que seis horas, em quatro anos, são 24 horas, ou seja, mais um dia.

Os antigos romanos também decidiram que esse dia extra seria 29 de fevereiro, o menor mês do ano. Sem o ano bissexto, as estações do ano não teriam datas definidas, como acontece hoje.

“Um dia o calendário marcaria o início da primavera e estaríamos no verão, isso para o controle da agricultura seria péssimo, bem como para outros tipos de controle. A gente vive muito em função do calendário” afirma o astrônomo Ayrton Lugarinho.

“A discrepância ficaria tamanha que nós íamos perder completamente o contato entre a realidade do céu e a realidade do nosso papel”, complementa o astrônomo.

(Agência Brasil)

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