As gafes olímpicas de Ana Paula Padrão e Mylena Ciribelli na Record

A cobertura olímpica da Record, que pela primeira vez transmite o evento esportivo com exclusividade para a TV aberta brasileira, está sendo motivo para produção de matérias e análises de críticos de televisão. Com outros veículos observando a emissora, erros cometidos por jornalistas durante a apresentação de alguma atração relacionada aos jogos – mesmo que o equívoco não tenha durado sequer um segundo – são eternizados em textos.

A interessante análise está sendo feita pelo site Comunique-se, em matéria assinada pelo jornalista Andeson Scardoelli.

* Durante a cerimônia de abertura das Olimpíadas de Londres, realizada na tarde de sexta-feira (27), Ana Paula Padrão afirmou que os telespectadores estavam acompanhando o ‘Jornal da Globo’. Na sequência, ela disse o nome correto de sua emissora.

* À Folha de São Paulo, o diretor de comunicação da Record, Celso Teixeira, minimizou a gafe, salientando que “o caso foi comum, pois a jornalista trabalhou na Globo”. Entretanto, Uol, O Globo e Jornal do Brasil destacaram o erro.

* Mylena Ciribelli, que também está em Londres, cometeu outra gafe, ao soltar um palavrão. “Fala no microfone, porra”, disse, em áudio que certamente não deveria ter sido vazado. A afirmação foi ao ar durante o segundo jogo da seleção brasileira feminina de futebol.

A palavra de baixo calão fez Mylena ser personagem de reportagens. O Yahoo afirmou que, pela“imaturidade” da Record nesse tipo de cobertura, “os erros são inevitáveis”.

Naturalmente são equívocos toleráveis – completa o Espaço Vital. Quem já não viu, por exemplo, nos Jornal Nacional, um repórter dizer que “o Ministério Público condenou fulano”, ou que “o juiz deu parecer favorável?”…

Espaço Vital

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