Acadêmicos de cinco cursos da Unicruz desenvolvem atividades no interior do Para no projeto Rondon

CRUZ ALTA – A Universidade de Cruz Alta está participando de mais uma edição do Projeto Rondon, vinculada ao Ministério da Defesa, na Operação Açaí que ocorre em 19 municípios do interior do estado do Pará. As atividades nos municípios tiveram início na última segunda-feira (09), e se estendem até a sexta-feira (20). O Núcleo do Projeto Rondon da Unicruz está na cidade de Magalhães Barata para desenvolver atividades nas áreas de Educação e Cultura, Direitos Humanos e Justiça, Saúde e Nutrição e Alimentação Saudável (conjunto A).

A equipe de rondonistas da Universidade de Cruz Alta é composta pelas professoras de Farmácia Patrícia Marisco (coordenação) e de Comunicação Social Janaíne dos Santos, além dos acadêmicos de nove cursos: Matheus Cargnelutti de Souza (Arquitetura e Urbanismo), Franciele Andrade Correa, Leandro da Silva Chaves e Thais Debona Crespi (Biomedicina), Pamela Sabrina Gonzalez Machado (Comunicação Social), Seila Maria Mello Santos (Direito), Caroline Freiberger de Oliveira e Gisáh Michels Chein (Enfermagem). Paralelamente, à Operação Açaí acontecem atividades em uma embarcação da Marinha denominada ACISO (Ação Cívico-Social). Desta atividade também participa o acadêmico de Enfermagem da Unicruz Luiz FernandoBeck Cavalli . Integrada à equipe da Unicruz está um grupo de universitários da FINOM – Faculdade do Noroeste de Minas, que desenvolve ações do conjunto B da Operação Açaí.

Hospedados em uma creche municipal a equipe de rondonistas (10 membros por universidade) trabalha em uma escola também do município, além de cinco comunidades do interior (Algodoalzinho, Brasil Novo, Cafezal, Herculino Bentes e Prainha) em dias previamente estabelecidos. Nessa quarta (11), foi a vez da comunidade de Algodoalzinho. Amanhã, sexta-feira (13) é a vez da comunidade de Brasil Novo.
[
Na percepção da coordenação da Operação Açaí pela equipe da Unicruz, a participação da comunidade nas atividades propostas tem sido bastante tímida, sendo que várias iniciativas no sentido de divulgar o projeto tem sido realizadas: participação em programas diários da emissora de rádio comunitária da cidade, distribuição de cronogramas de atividades em diferentes locais do município, abordagem direta junto a moradores da cidade, passeata com apoio de banda marcial, circulação de acadêmicos para divulgação das atividades em carro de som, etc.

Segundo relato do suboficial da Marinha Cláudio de Oliveira, que acompanha o grupo de rondonistas durante todos os dias da Operação, a resistência da população em participar das atividades pode ser atribuída a um fator cultural. “Talvez nosso principal problema neste momento é o fato de poucas pessoas buscarem a participação nas oficinas, o que acaba causando frustração aos alunos. Eles preparam os materiais das oficinas e workshops e criam uma expectativa em relação ao efetivo desenvolvimento das atividades”, revela a professora Janaíne.

Para os próximos dias, caso a situação não seja revertida, a ideia da coordenação da equipe da Unicruz na Operação Açaí é ampliar o número de visitas às residências dos moradores para a realização de minioficinas.

(Assessoria de Imprensa – Unicruz)

Compartilhe: