DIÁLOGO ESPÍRITA – Cérebro envelhecido

Nos anos 90 o governo norte-americano estabeleceu a Década do Cérebro, dando uma nova compreensão do cérebro.

Ainda assim, o sistema nervoso nos fascina com sua complexidade e potencialidade ainda desconhecidas em grande parte pela própria ciência que o estuda: a Neurociência.

Nesta evolução científica, tinha-se como informação que os neurônios de pessoas idosas não se renovavam, enfraquecendo gradativamente o cérebro.

Somente no ano de 2002, o famoso neurocientista norte-americano Fred Gage da Universidade de San Diego na Califórnia demonstrara, pela primeira vez, o nascimento de neurônios novos no córtex pré-frontal de sujeitos já idosos.

Localizada na parte frontal de nosso crânio, o córtex pré-frontal, denota a vida em evolução pulsante.

Antecipando a ciência, a obra “Evolução em Dois Mundos”, ditada pelo Espírito André Luiz, psicografia de Chico Xavier, cuja primeira edição foi lançada no ano de 1958, nos revela que:

“Os neurônios nascem e se renovam milhões de vezes, no plano físico e no plano extrafísico”. Conclue-se que a renovação dos neurônios não cessa nunca, tanto na vida terrena como após a morte na Dimensão Espiritual.

Quantos ainda acreditam que, quando envelhecemos, perdemos a capacidade de aprender novas habilidades e conhecimentos?

O nascimento de novos neurônios está condicionado à exposição a novos estímulos, saindo da mesmice dos hábitos rotineiros.

Cérebro acomodado se atrofia. Não tem necessidade de novos neurônios.

Eles só se renovam se colocamos a máquina cerebral em constante ação e movimento.

Sociedade Espírita Raios de Luz de Tapera (RS)