Diálogo Espírita – AQUELE ABRAÇO

O médico psiquiatra José Luiz Condotta de Sorocaba (SP) nos relata o seguinte exemplo:

Um jovem de 17 anos após uma briga com seu pai, deixou o lar e nunca mais se encontraram.

Aos 61 anos procurou o psiquiatra e relatou que nada sabia do pai (a mãe havia falecido) e dos irmãos nestes 44 anos.

Casou-se e tem três filhos, agora adultos. Começaram as desavenças entre ele e os filhos por incompatibilidade de opiniões e isto o remetia ao seu passado quando se referia ao equívoco praticado e o arrependimento.

Imaginou por diversas vezes sendo abandonado por um de seus filhos e sofria com esta hipótese.

Iniciou um quadro depressivo, com mudança de comportamento, apatia e tristeza profunda. Emagreceu 25 quilos em seis meses.

Passou por diversos médicos e psicólogos e chegando ao psiquiatra informou que consultou mais de 20 médicos e já fizera o uso de inúmeros antidepressivos e ansiolíticos, mas não sentiu melhora com nenhum deles.

O psiquiatra apelou para os conhecimentos espíritas e disse: A medicina tem seus limites e talvez não possa fazer nada para dar-lhe aquilo que deseja, que é a alegria e a paz.

A única pessoa que pode realmente curar é você mesmo.

A receita é simples: procure o seu pai e o abrace, diga que o ama. Faça isso e só depois me procure. Quanto aos medicamentos, continue com os que está usando.

Passaram-se quatro meses e aquele senhor reaparece; recuperara 18 quilos e seu semblante era de alegria e tranquilidade. Relatou que encontrou seu pai e o abraçou e beijou e trouxe-o para morar junto. Deixou de usar os medicamentos.

Sociedade Espírita Raios de Luz de Tapera